OPERAÇÃO EM MINAS | A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) iniciou a Operação Gargântua para desarticular uma organização criminosa investigada por uma extensa ficha criminal, que inclui agiotagem, extorsão, tortura, homicídio, associação para o tráfico de drogas, posse e porte ilegal de armas de fogo e lavagem de dinheiro. Para cumprir os mandados de prisão e de busca e apreensão, a ofensiva mobilizou mais de 80 policiais civis do DEOESP e teve o apoio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa e do Comando de Operações Especiais.
A rede criminosa mantinha sua base operacional no município de São José da Lapa, na Região Metropolitana da capital, mas estendia sua atuação para outras regiões estratégicas do estado, como Vespasiano, Contagem, Belo Horizonte e Capitólio. Durante a investida policial, dez alvos foram presos, entre estes três mulheres. Um investigado está foragido.
A ação resultou na retirada de circulação de armas de fogo, simulacros e mais de 90 munições de uso restrito, além da localização de joias, uma máquina de contar cédulas e cerca de R$170 mil em dinheiro vivo. A estrutura do grupo também foi atingida com o recolhimento de duas lanchas e nove veículos, entre automóveis e motocicletas.
A Justiça também determinou o bloqueio de aproximadamente R$22 milhões vinculados aos investigados e a empresas utilizadas como estruturas de fachada para a ocultação e lavagem de dinheiro.
A brutalidade das cobranças revela o grau de perigo do grupo, que captava clientes abordando pessoas de porta em porta e distribuindo cartões de visita com ofertas de dinheiro fácil.
Com juros abusivos que rapidamente sufocavam os devedores, os suspeitos usavam máscaras e fardas semelhantes às do Exército para invadir residências, intimar parentes e submeter as vítimas a sessões de tortura física e psicológica. Em episódios de extrema violência, chegaram a amputar membros dos devedores e a filmar as agressões para espalhar os vídeos e intimidar outros clientes devedores.
Fonte Redes Sociais :
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A decisão foi unânime. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acolheu o recurso do Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) e condenou o vereador José Sebastião Rabelo (Solidariedade/RJ) – conhecido como Zezinho do Caminhão – pelo crime de violência política de gênero.
O TSE determinou as seguintes penas:
➡ um ano de prisão em regime aberto (substituído por prestação de serviços à comunidade) e pagamento de multa;
➡ inelegibilidade por oito anos;
➡ suspensão dos direitos políticos.
O que aconteceu?
Durante sessão na Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Nova Friburgo, em 2022, o parlamentar atacou uma vereadora. Ele utilizou xingamentos de baixo calão, mandou que a parlamentar “fosse ficar em casa” e ameaçou isolá-la politicamente para desestabilizar o seu mandato.
Por que a decisão é um marco histórico?
Esta é a primeira vez que o TSE se aprofunda sobre o mérito de um caso de violência política de gênero e reforma a decisão de um tribunal regional eleitoral nesse tema.
Fonte MPF :
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Ao empurrar casal em moto pra abordar eles , Policial jogou eles em cima da moto , em cima , direto á um caminhão paralelo á eles , a moto e o casal chegou a caur no chão mediante o choque causado com a batida
No exterior , Em abordagem á motoqueiro CCM chegou com tudo e jogou a moto do cara no chão , a moto tava sem o retrovisor , E O GCM pediu o documento pro rapaz
No Exterior , Poliical deu tapa em celular que filmava, gravava a bordagem do mesmo
Fato acontecido num certo evento público , E sabe como é ; depois dessa por política , PMs envolvidos nessa ação , foram transferidos para cidade longe da casa da família deles...Cara que se dizia chegado de prefeito, Tava causando , dando trabalho , e levou a dura , o pega , o cata , o garro no pescoço por PM
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Vídeo mostrou certos meios , métodos de defesa á serem usados pelos policiais quando enfrentarem , confrontarem pssoas armadas
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