Os Vídeos Policiais : Brasil , SP , PMs Sempre Se Repetem , Na Mesma Mesmisse , A câmera corporal acaba não servindo pra nada ( Não grava nada , não registra nada ) , Fica Sempre Nisso , A Nossa Palavra , Contra A Palavra Do Abordado, Da Nossa Vítima , Das Testemunhas... PMs Câmera Corporal Nas Fardas Dos PMs Pra Que ? Se sempre por um motivo ou por outro , Na grande maioria das vezes , Elas não gravam , não registram Nada , Não funcionam , estão com as baterias delas totalmente descarregadas , Fica sem imagens gravadas , registradas das abordagens, ocorrências , etc... E Na sempre total falta de imagens das câmeras corporais Dos PMs ( Sempre Por uma coisa ou por outra ) , ( Pra provar , mostra a verdades dos fatos , da ocorrência que acabou Na Morte de um Civil , ( Fica Sempre Naquela Coisa De Palavras Contra Palavras...) , ( Dos PMs E Das Testemunhas )..'Problemas ' com as câmras corporias Dos PMs , Sempre empurram as coisa pra essa...Palavras Contra Palavras... PMs envolvidos na morte de um carregador de mercadorias ( Como acontece na maioria das vezes em que alguém morre na ação , duaas abordagens deles ) ( Estavam com as câmeras corporais dos tais ) ( Sem condições de uso ) ( Todas com As Baterias Delas Descarregadas ), Irmão e colega dele, desmentiram os PMs da versão dada por Eles, Dele ter os ameaçado com o uso de um facão... O carregador de mercadorias Bruno Silva Martins foi m0rto, aos 39 anos, por policiais militares (PMs) na noite de 12 de outubro de 2024, em uma construção na Avenida do Estado, no Bom Retiro, região central de São Paulo. Os agentes alegam que ele tentaria atacá-los com um facão, mas o irmão e colega de profissão de Bruno, Juciele Silva Martins, questiona essa versão. As câmeras corporais dos policiais, que comprovariam a dinâmica do h0m1c1d1o, estavam desligadas devido à falta de bateria. Até o momento, o caso, investigado pelo Departamento Estadual de H0m1c1d1os e de Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, não foi esclarecido. O inquérito policial segue em andamento, 18 meses após o episódio, pela 2ª Delegacia de H0m1c1d1os. Era cerca de 23h50 quando o cabo José Amaro Teles Santos e o soldado Frankel Oliveira de Lima, ambos do 7º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), retornavam de um hospital para a base da tropa, na Mooca. Eles receberam um chamado dos PMs que estavam na obra da futura sede do 7º Baep, na Avenida do Estado, nº 2023, pois ouviram barulhos no local. Ao chegar, entraram na construção e encontraram Bruno, que portava um facão na mão, segundo relato dos policiais. O carregador teria ido em direção aos agentes “com a clara intenção de atingi-los”, disse um PM em depoimento. Em reação, Teles e Frankel efetuaram sete disparos, dos quais quatro atingiram Bruno: no queixo, coxa, tórax e no braço esquerdo. Três balas atravessaram o corpo dele. O resgate foi acionado e constatou a morte de Bruno no local, onde permaneceu o facão. A cena do homicídio foi preservada pela polícia. Tanto o cabo Teles quanto o soldado Frankel ainda não foram formalmente ouvidos pela Polícia Civil. Conforme o inquérito policial, obtido pelo Metrópoles, os PMs não haviam exposto suas versões dos fatos até o final de fevereiro, quando houve o último andamento do procedimento de investigação. Na época, o h0m1c1d1o já havia completado 16 meses. Fonte Metropoles xxxxxxxxxxxxxxxxxx Brasl , Polícia Civil : Ação da Polícia Civil , prendeu um monte de elementos que estava num rancho , fazendo ' coisas ilegais ' stavam envolvidos num grande roubo... xxxxxxxxxxxxxxx Brasil , PRF : Florestal Brasil está com Arthur Brasil. O mercado às vezes cruza a linha da ética e mergulha diretamente na criminalidade ambiental. O que a Polícia Rodoviária Federal flagrou no Paraná ilustra perfeitamente a irresponsabilidade da busca por "status" botânico: uma carreta transportando oliveiras centenárias contrabandeadas. O motorista, preso em flagrante, sequer sabia a espécie que levava e, obviamente, não possuía nenhum documento fiscal ou de liberação aduaneira. 🚨 O que alimenta esse tráfico verde? Essas árvores de grande porte, com seus troncos retorcidos e séculos de história, são tratadas como verdadeiros troféus e vendidas a peso de ouro para projetos de paisagismo de altíssimo padrão. Mas arrancar e transportar um organismo ancião de forma ilegal traz riscos imensos e imediatos: Bomba Fitossanitária: A importação legal de qualquer material vegetal exige laudos rigorosos. Entrar com plantas clandestinas no país é a receita perfeita para introduzir fungos, bactérias e pragas exóticas devastadoras, colocando em xeque não apenas os nossos biomas, mas também toda a segurança agrícola nacional. O Crime por Trás do Jardim: O contrabando botânico financia uma rede criminosa internacional focada em suprir a vaidade de quem tem dinheiro para encomendar um "monumento vivo" para o próprio quintal, atropelando qualquer legislação. ⚖️ A técnica não negocia com o crime Aqui no Florestal Brasil, sempre reforçamos que a defesa da biodiversidade e o rigor técnico são inegociáveis. Seja no plantio de uma muda de araucária ou no uso de uma espécie exótica, o paisagismo exige responsabilidade e rastreabilidade, não descaminho e crimes ambientais. A PRF cumpriu o seu papel interceptando o transporte na estrada. O motorista caiu, mas a Polícia Federal precisa agora ir na raiz do esquema e responder à pergunta que realmente importa: quem foi o cliente final que encomendou e financiou esse contrabando? Fonte: G1 #paisagismo #contrabando #meioambiente #florestalbrasil #arvorescentenarias Brasil PF , Agentes Federais Em Ação está com @pfparaiba e Operação Cítrico cumpre 21 mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares pessoais. Paraíba/PB. A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério Público da Paraíba, por meio do Gaeco, e com a Controladoria-Geral da União, deflagrou, nesta terça-feira (14/4), a Operação Cítrico, com o objetivo de cumprir medidas cautelares expedidas no âmbito de investigação que apura a suposta atuação de organização criminosa voltada à fraude em licitações, a desvio de recursos públicos, à lavagem de dinheiro e a possível financiamento de facção criminosa com atuação no município de Cabedelo/PB. Conforme apurado, o esquema investigado teria se valido da contratação fraudulenta de empresas fornecedoras de mão de obra vinculadas a grupo criminoso, com infiltração de faccionados em estruturas da Prefeitura de Cabedelo, além de circulação de valores de origem pública em favor do crime organizado e de utilização de contratos administrativos como instrumento de manutenção de poder, de influência territorial e de blindagem institucional. A investigação revelou um consórcio entre os suspeitos, voltado à perpetuação de contratos milionários e à distribuição de vantagens ilícitas. Estão sendo cumpridos 21 mandados de busca e apreensão, além de outras cautelares pessoais determinadas pelo Poder Judiciário. Os suspeitos poderão responder pelos crimes de frustração do caráter competitivo de licitação, de desvio de recursos públicos, de lavagem de dinheiro e de financiamento de organização criminosa, sem prejuízo de outros ilícitos eventualmente identificados no curso da apuração. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Brasil , PF , Polícia Federal - PF O Itamaraty e a Polícia Federal firmaram hoje um acordo de cooperação técnica que amplia a integração entre sistemas estratégicos das duas instituições. A iniciativa permitirá o acesso direto de agentes consulares e policiais federais a bases fundamentais, garantindo mais agilidade, segurança e eficiência nos serviços prestados. A troca de informações contribui para a prevenção de erros e fraudes documentais, sempre com respeito à proteção de dados pessoais. Em uma próxima etapa, a integração será aprofundada, reforçando a transformação digital. #PolíciaFederal #Itamaraty #CooperaçãoInstitucional xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx O relatório da CPI do Crime Organizado diz que as circunstâncias envolvendo a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, carecem de mais investigações. Segundo o texto, entregue nesta terça-feira (14/4), ele recebia R$ 1 milhão por mês de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e seria uma peça-chave da investigação. Luiz Phillipi morreu em 6 de março. A Polícia Federal relatou que ele tentou su1cídio na Superintendência Regional da PF depois de ser preso na terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraude no Master. Após dois dias internado, foi declarado morto. “As circunstâncias da morte de Sicário precisam ser efetiva e completamente esclarecidas. Trata-se de um investigado-chave — o principal operador do núcleo de intimidação da organização, detentor de informações sensíveis sobre a estrutura criminosa”, diz trecho do relatório. De acordo com o texto, a morte de um custodiado nessas condições “levanta questionamentos graves sobre a integridade dos procedimentos de custódia”. “Apesar da nossa plena confiança na Polícia Federal, não se pode descartar sem o escrutínio público que o episódio se insira no padrão verificado em organizações criminosas de alta complexidade, em que a eliminação de elos que possam colaborar com a justiça é estratégia recorrente para a proteção dos escalões superiores”, diz. Sicário é apontado como um dos contratados da “milícia pessoal” do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, também preso na força-tarefa. A investigação aponta que ele exercia papel central na coordenação operacional de um grupo denominado “A Turma”. Eles atuavam na coleta de informações, monitoramento e intimidação de pessoas consideradas adversárias, como autoridades, ex-funcionários e jornalistas. O homem recebia cerca de R$ 1 milhão por mês como contraprestação pelos serviços ilícitos. Ele tinha uma extensa ficha criminal, com passagens por furto qualificado, ameaças e crimes de trânsito. Também já tinha sido investigado por estelionato e associação criminosa. Fonte Metropoles xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Os Vídeos Policiais :
Brasil , SP , PMs Sempre Se Repetem , Na Mesma Mesmisse , A câmera corporal acaba não servindo pra nada ( Não grava nada , não registra nada ) , Fica Sempre Nisso , A Nossa Palavra , Contra A Palavra Do Abordado, Da Nossa Vítima , Das Testemunhas...
PMs Câmera Corporal Nas Fardas Dos PMs Pra Que ? Se sempre por um motivo ou por outro , Na grande maioria das vezes , Elas não gravam , não registram Nada , Não funcionam , estão com as baterias delas totalmente descarregadas , Fica sem imagens gravadas , registradas das abordagens, ocorrências , etc...
E Na sempre total falta de imagens das câmeras corporais Dos PMs ( Sempre Por uma coisa ou por outra ) , ( Pra provar , mostra a verdades dos fatos , da ocorrência que acabou Na Morte de um Civil , ( Fica Sempre Naquela Coisa De Palavras Contra Palavras...) , ( Dos PMs E Das Testemunhas )..'Problemas ' com as câmras corporias Dos PMs , Sempre empurram as coisa pra essa...Palavras Contra Palavras...
PMs envolvidos na morte de um carregador de mercadorias ( Como acontece na maioria das vezes em que alguém morre na ação , duaas abordagens deles ) ( Estavam com as câmeras corporais dos tais ) ( Sem condições de uso ) ( Todas com As Baterias Delas Descarregadas ), Irmão e colega dele, desmentiram os PMs da versão dada por Eles, Dele ter os ameaçado com o uso de um facão...
O carregador de mercadorias Bruno Silva Martins foi m0rto, aos 39 anos, por policiais militares (PMs) na noite de 12 de outubro de 2024, em uma construção na Avenida do Estado, no Bom Retiro, região central de São Paulo.
Os agentes alegam que ele tentaria atacá-los com um facão, mas o irmão e colega de profissão de Bruno, Juciele Silva Martins, questiona essa versão. As câmeras corporais dos policiais, que comprovariam a dinâmica do h0m1c1d1o, estavam desligadas devido à falta de bateria.
Até o momento, o caso, investigado pelo Departamento Estadual de H0m1c1d1os e de Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, não foi esclarecido. O inquérito policial segue em andamento, 18 meses após o episódio, pela 2ª Delegacia de H0m1c1d1os.
Era cerca de 23h50 quando o cabo José Amaro Teles Santos e o soldado Frankel Oliveira de Lima, ambos do 7º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), retornavam de um hospital para a base da tropa, na Mooca.
Eles receberam um chamado dos PMs que estavam na obra da futura sede do 7º Baep, na Avenida do Estado, nº 2023, pois ouviram barulhos no local. Ao chegar, entraram na construção e encontraram Bruno, que portava um facão na mão, segundo relato dos policiais.
O carregador teria ido em direção aos agentes “com a clara intenção de atingi-los”, disse um PM em depoimento. Em reação, Teles e Frankel efetuaram sete disparos, dos quais quatro atingiram Bruno: no queixo, coxa, tórax e no braço esquerdo. Três balas atravessaram o corpo dele.
O resgate foi acionado e constatou a morte de Bruno no local, onde permaneceu o facão. A cena do homicídio foi preservada pela polícia.
Tanto o cabo Teles quanto o soldado Frankel ainda não foram formalmente ouvidos pela Polícia Civil. Conforme o inquérito policial, obtido pelo Metrópoles, os PMs não haviam exposto suas versões dos fatos até o final de fevereiro, quando houve o último andamento do procedimento de investigação. Na época, o h0m1c1d1o já havia completado 16 meses.
Fonte Metropoles
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Brasl , Polícia Civil :
Ação da Polícia Civil , prendeu um monte de elementos que estava num rancho , fazendo ' coisas ilegais ' stavam envolvidos num grande roubo...
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Brasil , PRF : Florestal Brasil está com Arthur Brasil.
O mercado às vezes cruza a linha da ética e mergulha diretamente na criminalidade ambiental. O que a Polícia Rodoviária Federal flagrou no Paraná ilustra perfeitamente a irresponsabilidade da busca por "status" botânico: uma carreta transportando oliveiras centenárias contrabandeadas. O motorista, preso em flagrante, sequer sabia a espécie que levava e, obviamente, não possuía nenhum documento fiscal ou de liberação aduaneira.
🚨 O que alimenta esse tráfico verde?
Essas árvores de grande porte, com seus troncos retorcidos e séculos de história, são tratadas como verdadeiros troféus e vendidas a peso de ouro para projetos de paisagismo de altíssimo padrão. Mas arrancar e transportar um organismo ancião de forma ilegal traz riscos imensos e imediatos:
Bomba Fitossanitária: A importação legal de qualquer material vegetal exige laudos rigorosos. Entrar com plantas clandestinas no país é a receita perfeita para introduzir fungos, bactérias e pragas exóticas devastadoras, colocando em xeque não apenas os nossos biomas, mas também toda a segurança agrícola nacional.
O Crime por Trás do Jardim: O contrabando botânico financia uma rede criminosa internacional focada em suprir a vaidade de quem tem dinheiro para encomendar um "monumento vivo" para o próprio quintal, atropelando qualquer legislação.
⚖️ A técnica não negocia com o crime
Aqui no Florestal Brasil, sempre reforçamos que a defesa da biodiversidade e o rigor técnico são inegociáveis. Seja no plantio de uma muda de araucária ou no uso de uma espécie exótica, o paisagismo exige responsabilidade e rastreabilidade, não descaminho e crimes ambientais.
A PRF cumpriu o seu papel interceptando o transporte na estrada. O motorista caiu, mas a Polícia Federal precisa agora ir na raiz do esquema e responder à pergunta que realmente importa: quem foi o cliente final que encomendou e financiou esse contrabando?
Fonte: G1
#paisagismo #contrabando #meioambiente #florestalbrasil #arvorescentenarias
Brasil PF , Agentes Federais Em Ação está com @pfparaiba e
Operação Cítrico cumpre 21 mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares pessoais.
Paraíba/PB. A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério Público da Paraíba, por meio do Gaeco, e com a Controladoria-Geral da União, deflagrou, nesta terça-feira (14/4), a Operação Cítrico, com o objetivo de cumprir medidas cautelares expedidas no âmbito de investigação que apura a suposta atuação de organização criminosa voltada à fraude em licitações, a desvio de recursos públicos, à lavagem de dinheiro e a possível financiamento de facção criminosa com atuação no município de Cabedelo/PB.
Conforme apurado, o esquema investigado teria se valido da contratação fraudulenta de empresas fornecedoras de mão de obra vinculadas a grupo criminoso, com infiltração de faccionados em estruturas da Prefeitura de Cabedelo, além de circulação de valores de origem pública em favor do crime organizado e de utilização de contratos administrativos como instrumento de manutenção de poder, de influência territorial e de blindagem institucional.
A investigação revelou um consórcio entre os suspeitos, voltado à perpetuação de contratos milionários e à distribuição de vantagens ilícitas.
Estão sendo cumpridos 21 mandados de busca e apreensão, além de outras cautelares pessoais determinadas pelo Poder Judiciário.
Os suspeitos poderão responder pelos crimes de frustração do caráter competitivo de licitação, de desvio de recursos públicos, de lavagem de dinheiro e de financiamento de organização criminosa, sem prejuízo de outros ilícitos eventualmente identificados no curso da apuração.
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Brasil , PF , Polícia Federal - PF
O Itamaraty e a Polícia Federal firmaram hoje um acordo de cooperação técnica que amplia a integração entre sistemas estratégicos das duas instituições. A iniciativa permitirá o acesso direto de agentes consulares e policiais federais a bases fundamentais, garantindo mais agilidade, segurança e eficiência nos serviços prestados.
A troca de informações contribui para a prevenção de erros e fraudes documentais, sempre com respeito à proteção de dados pessoais. Em uma próxima etapa, a integração será aprofundada, reforçando a transformação digital.
#PolíciaFederal #Itamaraty #CooperaçãoInstitucional
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O relatório da CPI do Crime Organizado diz que as circunstâncias envolvendo a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, carecem de mais investigações. Segundo o texto, entregue nesta terça-feira (14/4), ele recebia R$ 1 milhão por mês de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e seria uma peça-chave da investigação.
Luiz Phillipi morreu em 6 de março. A Polícia Federal relatou que ele tentou su1cídio na Superintendência Regional da PF depois de ser preso na terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraude no Master. Após dois dias internado, foi declarado morto.
“As circunstâncias da morte de Sicário precisam ser efetiva e completamente esclarecidas. Trata-se de um investigado-chave — o principal operador do núcleo de intimidação da organização, detentor de informações sensíveis sobre a estrutura criminosa”, diz trecho do relatório.
De acordo com o texto, a morte de um custodiado nessas condições “levanta questionamentos graves sobre a integridade dos procedimentos de custódia”.
“Apesar da nossa plena confiança na Polícia Federal, não se pode descartar sem o escrutínio público que o episódio se insira no padrão verificado em organizações criminosas de alta complexidade, em que a eliminação de elos que possam colaborar com a justiça é estratégia recorrente para a proteção dos escalões superiores”, diz.
Sicário é apontado como um dos contratados da “milícia pessoal” do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, também preso na força-tarefa. A investigação aponta que ele exercia papel central na coordenação operacional de um grupo denominado “A Turma”.
Eles atuavam na coleta de informações, monitoramento e intimidação de pessoas consideradas adversárias, como autoridades, ex-funcionários e jornalistas.
O homem recebia cerca de R$ 1 milhão por mês como contraprestação pelos serviços ilícitos. Ele tinha uma extensa ficha criminal, com passagens por furto qualificado, ameaças e crimes de trânsito. Também já tinha sido investigado por estelionato e associação criminosa.
Fonte Metropoles
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